Os saltos evolutivos da humanidade aconteceram nas descobertas do homem. O fogo, a roda, as ondas do rádio, a TV foram os grandes achados para o mundo que conhecemos. Atualmente, vemos a internet considerada uma das mais importantes ferramentas revolucionárias do desenvolvimento da história.
Na segunda metade da década de 90, houve o maior ‘boom’ da rede e muitos jornalistas migraram para a nova mídia. O ambiente virtual modificou vários aspectos da vida humana. No jornalismo, influenciou os veículos, nas fases de produção e recepção da notícia.
Na própria internet, os conceitos vêm mudando numa velocidade impressionante. Embora a linguagem para congregar todas as potencialidades pareça ainda não tenham sido encontradas. Portais, websites, blogs, e-mails, pesquisa de fontes de mercado, clientes, tendências finanças e outras afinidades de assuntos potencializam a vozes das pessoas. Conseguem descentralizar e difundir informações na rede.
Os jornalistas, neste nicho, aparecem como catalisador da demanda entre o receptor e emissor. Mostrando que o papel de influenciador é dos internautas, que modificam os enredos preestabelecidos e transformá-los conforme a sua própria convivência. Construindo-os e reconstruindo-os.
Neste caso, a imagem funciona como libertadora. Não só dos padrões morais. Mas também dos políticos e, principalmente, dos estéticos. Sendo mais uma fonte de informação, possibilitando que possam capturar os sentimentos – repúdio ou identificação.
Em uma era onde a própria internet que por ser global e encurtar distancia, viabiliza a contribuição de opinião e inteligência da massa. Reforçada as ferramentas da rede que aglutinam os assuntos potencializam vozes e desejos delegando os rumos da prática jornalística.

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